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Programa H / Bandeirantes

Lançado no dia 28 de outubro de 1996, o programa ia ao ar às tardes, às 16 horas. Devido ao seu conteúdo, "inapropriado pro horário", posteriormente passou a ser exibido após as 21 horas, aumentando a audiência do canal. O programa era bastante voltado a atrações musicais, e tinha a participação do DJ Théo Werneck.

Ao longo de sua exibição, passou por algumas reformulações, passando a ter jogos e interação com os participantes da plateia. Um dos quadros de maior sucesso foi o que contava com a presença da modelo Susana Alves, mais conhecida como Tiazinha, uma personagem inspirada em quadrinhos, que tinha traços de sadomasoquismo, que entrou em fevereiro de 1998.

No quadro, rapazes da plateia eram escolhidos e respondiam perguntas, caso errassem, seriam depilados ou levariam chicotadas, esse foi um dos motivos, no qual o programa passou a ser noturno, mas ao mesmo tempo, tornou Tiazinha um fenômeno entre os jovens da época, tanto que ela lançou um álbum musical, posou para a revista Playboy, na qual foi uma das edições mais vendidas da história.

Em 6 de dezembro do mesmo ano a modelo Joana Prado, encarnou a Feiticeira, personagem com teor erótico, que veio como "amiga" de Tiazinha, e fazia danças para os convidados. A personagem não falava, o que poderia ser justificado pelo véu que usava. Assim como Susana, Joana também virou mania entre os jovens, também posando para a revista Playboy e posteriormente participando da Casa dos Artistas no SBT.

Entre dezembro de 1998 e janeiro de 1999, Huck tirou férias, e foi substituído por Susana Werner, em uma edição especial de verão. Em setembro de 1999, Susana Alves deixa o elenco do programa, para se dedicar a um seriado próprio chamado "As Aventuras de Tiazinha", apesar da emissora oferecer a co-apresentação do H, ela recusou. Também em setembro, Luciano Huck assinou com a Globo, e fez seu último programa no dia 2 de outubro.

AlphaTheta / CDJ 1500X

A AlphaTheta anunciou hoje o CDJ-1500X, seu primeiro media player econômico e repleto de recursos desde o lançamento do XDJ-1000MK2 em setembro de 2016 (!!). Mantém a maioria dos recursos de tela e nuvem do CDJ-3000X, em um design moderno, voltado para 2026, em vez de um formato ultrapassado.

Ele também vem com o CoBeat um novo serviço da AlphaTheta que exibe pedidos de músicas do público diretamente na tela do CDJ. O CDJ-1500X é o primeiro player a oferecer suporte a esse recurso.






Afrika Bambaataa & UB40 / Reckless / Lizzie Tear

A loira que aparece no clipe de "Reckless" (1988), de Afrika Bambaataa & UB40, é a cantora britânica Lizzie Tear

No vídeo, ela interpreta a personagem que rejeita o vocalista Ali Campbell. Embora muitos pensem que ela é apenas uma modelo ou figurante, Lizzie Tear é na verdade uma das vocalistas de apoio que participou da gravação original da faixa, junto com a cantora Malibu

Papel no Clipe: Ela representa a garota "difícil" ou "arrogante" (descrita como nojetinha em algumas resenhas da época) que ignora os avanços de Ali Campbell na pista de dança, até que Afrika Bambaataa interfere com seu "poder" musical.










O Cinema à Danceteria TOCO

A História ..... 

O Cine São João foi inaugurado em meados da década de 1950 na Vila Matilde, zona leste de São Paulo. 

Construído por Vicente Melito de Oliveira, escrivão do 7º ofício cível, o cinema rapidamente se tornou um dos principais pontos de lazer do bairro. Com sua fachada imponente e estilo modernista, o São João exibia filmes populares da época, como os clássicos de Mazzaropi, aventuras de Tarzan, e sucessos do cinema nacional e internacional. Durante décadas, o cinema foi palco de encontros familiares, namoros adolescentes e tardes de diversão para os moradores da região. Era mais do que um espaço de projeção era um símbolo cultural da Vila Matilde. 

O encerramento e a transformação (início dos anos 1970) Com a chegada da televisão e a mudança nos hábitos de lazer, o Cine São João encerrou suas atividades no início da década de 1970. Mas o prédio não ficou abandonado por muito tempo. Em vez de desaparecer, ele renasceu com uma nova proposta: transformar-se em uma casa noturna. Foi então que surgiu a Toco, inaugurada oficialmente em 1972, ocupando o mesmo espaço físico do antigo cinema. A proposta era ousada: criar uma danceteria de grande porte, com som de qualidade, iluminação moderna e uma programação voltada para os jovens da periferia paulistana. A era de ouro da Toco (1970–1990)

 A Toco rapidamente se tornou a maior danceteria do Brasil, e uma das mais influentes da América Latina. Nos anos 70, 80 e 90, ela foi palco de revoluções musicais: do rock e disco music, passando pelo black music, new wave, rock Brasil, até chegar ao house, acid house e jungle. A casa lançou DJs lendários como Iraí Campos e Marky, e foi sede de festivais que marcaram época. Jovens de toda São Paulo e até de outros estados,  vinham à Vila Matilde para viver a experiência única da TOCO. 

O prédio, que antes abrigava o Cine São João, agora pulsava com luzes, sons e energia. O legado Mesmo após o encerramento das atividades da TOCO, o prédio permaneceu como símbolo da cultura jovem da zona leste. Muitos ainda se referem à Toco como ponto de referência, e o Cine São João como o berço de tudo. A trajetória do edifício é um exemplo raro de como um espaço pode se reinventar e continuar impactando gerações